O sentido do amor

O sentido do amor

Amar é para o resto da vida, 
é sentir o inexplicável.
O amor é a entrada sem saída.
Amor é sempre memorável.

Amor é a paz,
é ser carinhoso.
Amar é ser capaz,
é ficar mais amoroso.

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Pluft, o fantasminha

Pluft, o fantasminha

Um sótão. À direita, uma janela dando para fora, de onde se avista o céu. No meio, encostado à parede do fundo, um baú. Uma cadeira de balanço. O retrato velado do Capitão Bonança. À esquerda, a entrada do sótão. 

Ao abrir o pano, a Senhora Fantasma faz tricô, balançando-se na cadeira, produzindo um fino ruído. Pluft, o fantasminha, brinca com um barco. Depois larga o barco e pega o velho boneco de pano. Observa por algum tempo.

-Mamãe! Exclama Pluft.

-O que foi Pluft? Pergunta a Senhora Fantasma.

-Mamãe, seres humanos existem? 

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A ideia maluca

A ideia maluca

Um belo dia, no país de Madagascar, ocorreu um fato que ninguém esperava: o presidente do país, senhor Lunático, resolveu botar ordem no trânsito aéreo e para isso, mandou colocar, em pleno ar, semáforos.

No início todos acharam a ideia maluca, até a primeira dama, Dona Antonieta não gostou da ideia, mas depois os responsáveis pela condução do país entenderam o ponto de vista de Lunático, só não sabiam se iria dar certo, assim convocaram uma reunião.

Nessa tal reunião compareceram os deputados Joao e Contagem, os vereadores Luiz e Chay e também Dona margarida, a vice-presidente para decidirem sobre a viabilidade ou não daquele novo sistema de controle do tráfego. No final, com a concordância da maioria, o senhor Lunático, com muita pressa, resolveu colocar a ideia em prática.

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O cantor famoso e sua fã

O cantor famoso e sua fã

Pedro, um famoso cantor sertanejo, estava em seu camarim se preparando para mais um de seus shows, quando, de repente, a porta se abriu e entrou uma moça gritando:

-Pedro!  Me dá um autografo!

-Quem é você? Como entrou aqui? – perguntou Pedro.

-Meu nome é Joana. Sou sua maior fã! Faço tudo por um autógrafo seu!

Pedro olhou muito assustado para sua fã. Ela era baixinha, gorda, com cabelos curtos e castanhos e estava muito descontrolada. Tentava abraçar e beijar Pedro a qualquer custo. Ele, tentando se livrar dela, chamou seus seguranças:

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Poça d’água

Poça d’água

Era uma vez uma moça chamada Eufina, uma policial que tinha cabelos compridos e pretos, magra, olhos castanhos e a pele branca como a neve. Morava no bairro mais rico e requintado da cidade.

No outro lado da cidade vivia um nobre cavalheiro que trabalhava à noite como DJ e se chamava Antônio, tinha pele morena, cabelos pretos, estatura média e bastante magro.  De dia era porteiro de um condomínio bonito e grande, perto de onde residia nossa personagem. 

Todos os dias, a policial passava fazendo a ronda e observava Antônio, sempre atento ao que acontecia na rua. Chegava até a achá-lo simpático, mas nunca teve a oportunidade de dizer um oi. 

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